Cabos e conectores de rede
Existem basicamente 3 tipos diferentes de cabos de rede: os cabos de par
trançado (que são, de longe, os mais comuns,que tem como conector o rj 45), os cabos de fibra óptica
(usados principalmente em links de longa distância) e os cabos coaxiais,
que são usados em cabos de antenas para redes wireless e em algumas
redes antigas.
Cabos e conectores de video:
VGA: O conector VGA é encontrado tanto em cabos, para a conexão do PC ao
dispositivo de saída, quanto em placas de vídeo, monitores e TVs. No
cabo temos a versão “macho” do conector, pois é a parte que possui
vários pinos para a transmissão das imagens, enquanto que nas placas de
vídeo e dispositivos de saída há a versão “fêmea” que é parte que possui
pequenos furinhos, onde será encaixado o cabo. o cabo VGA possui uma linha de 3 com 15 pinos.
01/10/2012
Gateways
Gateways são componentes indispensáveis para alcançar as comunicações entre terminais ligados a redes heterogêneas que usam protocolos diferentes. São equipamentos que podem ser um computador com duas (ou mais) placas de rede, ou um dispositivo dedicado, cujo objetivo é permitir a comunicação entre duas redes com arquiteturas diferente, como também compartilhar uma conexão com a Internet entre várias estações. Esse equipamento permite traduzir os endereços e os formatos de mensagens presentes em redes diferentes.
Um gateway de rede pode ser completamente implementado em software, totalmente em hardware, ou como uma combinação de ambos. Atua em todas as camadas do modelo OSI e está associado a roteadores, switches, firewalls e servidores proxy. Em pequenas empresas ou em redes domésticas geralmente usa-se um roteador de banda larga para compartilhar a conexão com a Internet, onde o roteador funciona exatamente como um gateway padrão. Um roteador usa cabeçalhos e tabelas de encaminhamento para resolver o destino onde dados ou pacotes devem ser enviados e dá caminho por meio do qual as informações podem ser enviadas dentro e fora do gateway.
Mascara de Sub-Rede
- Este é um parâmetro na configuração do protocolo TCP/IP (independentemente do sistema operacional usado). Ao contrário do endereço IP, que é formado por valores entre 0 e 255, a máscara de sub-rede é formada por apenas dois valores: 0 e 255, como em 255.255.0.0 ou 255.0.0.0, onde um valor 255 indica a parte endereço IP referente à rede, e um valor 0 indica a parte endereço IP referente ao host.
- A máscara de rede padrão acompanha a classe do endereço IP: num endereço de classe A, a máscara será 255.0.0.0, indicando que o primeiro octeto se refere à rede e os três últimos ao host. Num endereço classe B, a máscara padrão será 255.255.0.0, onde os dois primeiros octetos referem-se à rede e os dois últimos ao host, e num endereço classe C, a máscara padrão será 255.255.255.0 onde apenas o último octeto refere-se ao host.
Endereçamento IP
Endereçamento IP é um sistema de comunicação permite que qualquer host se comunique com qualquer host. E para tornar o sistema de comunicação universal, ele precisa de um método aceito globalmente a fim de identificar cada computador que se conecta a ele. Em redes TCP/IP isto é possível usando-se o endereçamento IP. O protocolo TCP/IP é roteável, isto é, ele foi criado pensando-se na interligação de diversas redes. Onde podemos ter diversos caminhos interligando um transmissor e o receptor. Isso possibilitou a criação da rede mundial de computadores (Internet). Para isso o TCP/IP utiliza um esquema de endereçamento lógico chamado de endereçamento IP. Onde em cada rede TCP/IP cada dispositivo conectado em rede necessita usar pelo menos um endereço IP então o endereço IP permite identificar o dispositivo e a rede na qual ele pertence.
Categorias de cabos
Existem cabos de cat 1 até cat 7. Como os cabos cat 5 são suficientes
tanto para redes de 100 quanto de 1000 megabits, eles são os mais comuns
e mais baratos, mas os cabos cat 6 e cat 6a estão se popularizando e
devem substituí-los ao longo dos próximos anos. Os cabos são vendidos
originalmente em caixas de 300 metros, ou 1000 pés (que equivale a 304.8
metros):
Categorias 1 e 2: Estas
duas categorias de cabos não são mais reconhecidas pela TIA
(Telecommunications Industry Association), que é a responsável pela
definição dos padrões de cabos. Elas foram usadas no passado em
instalações telefônicas e os cabos de categoria 2 chegaram a ser usados
em redes Arcnet de 2.5 megabits e redes Token Ring de 4 megabits, mas
não são adequados para uso em redes Ethernet.
Categoria 3: Este foi o
primeiro padrão de cabos de par trançado desenvolvido especialmente
para uso em redes. O padrão é certificado para sinalização de até 16
MHz, o que permitiu seu uso no padrão 10BASE-T, que é o padrão de redes
Ethernet de 10 megabits para cabos de par trançado. Existiu ainda um
padrão de 100 megabits para cabos de categoria 3, o 100BASE-T4 (veja meu
artigo sobre os padrões Ethernet de 10 e 100 megabits), mas ele é pouco
usado e não é suportado por todas as placas de rede.
A principal diferença do cabo de
categoria 3 para os obsoletos cabos de categoria 1 e 2 é o entrançamento
dos pares de cabos. Enquanto nos cabos 1 e 2 não existe um padrão
definido, os cabos de categoria 3 (assim como os de categoria 4 e 5)
possuem pelo menos 24 tranças por metro e, por isso, são muito mais
resistentes a ruídos externos. Cada par de cabos tem um número diferente
de tranças por metro, o que atenua as interferências entre os pares de
cabos.
Categoria 4: Esta
categoria de cabos tem uma qualidade um pouco superior e é certificada
para sinalização de até 20 MHz. Eles foram usados em redes Token Ring de
16 megabits e também podiam ser utilizados em redes Ethernet em
substituição aos cabos de categoria 3, mas na prática isso é incomum.
Assim como as categorias 1 e 2, a categoria 4 não é mais reconhecida
pela TIA e os cabos não são mais fabricados, ao contrário dos cabos de
categoria 3, que continuam sendo usados em instalações telefônicas.
Categoria 5: Os cabos
de categoria 5 são o requisito mínimo para redes 100BASE-TX e
1000BASE-T, que são, respectivamente, os pacotes de rede de 100 e 1000
megabits usados atualmente. Os cabos cat 5 seguem padrões de fabricação
muito mais estritos e suportam freqüências de até 100 MHz, o que
representa um grande salto sobre os cabos cat 3.
Categoria 6:
Esta categoria de cabos foi originalmente desenvolvida para ser usada
no padrão Gigabit Ethernet, mas com o desenvolvimento do padrão para
cabos categoria 5 sua adoção acabou sendo retardada, já que, embora os
cabos categoria 6 ofereçam uma qualidade superior, o alcance continua
sendo de apenas 100 metros, de forma que, embora a melhor qualidade dos
cabos cat 6 seja sempre desejável, acaba não existindo muito ganho na
prática.
Existem também os cabos categoria 7, que podem vir a ser usados no padrão de 100 gigabits, que está em estágio inicial de desenvolvimento.
Outro padrão que pode vir (ou não) a ser usado no futuro são os conectores TERA, padrão
desenvolvido pela Siemon. Embora muito mais caro e complexo que os
conectores RJ45 atuais, o TERA oferece a vantagem de ser inteiramente
blindado e utilizar um sistema especial de encaixe, que reduz a
possibilidade de mal contato.
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